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Publicado em: 01/02/2019

a deficiência de alguns micronutrientes, em especial manganês, ferro, cobre e zinco (SERRA et al., 2011). Neste contexto, a aplicação foliar de produtos à base destes micronutrientes pode proporcionar incremento nos teores foliares, evitando que as plantas de soja expressem os sintomas de deficiência (GORDON, 2007), fator nutricional que se não manejado adequadamente, pode acarretar em perdas de rendimento. Ainda no contexto da soja tolerante ao glyphosate, já foi relatado que o uso de produtos à base de aminoácidos (isoleucina, fenilalanina, triptofano, tirosina, valina, entre outros), pode amenizar os efeitos indesejáveis desse herbicida nas cultivares de soja RR® (ZOBIOLE et al., 2010a). No âmbito de atenuar os efeitos provocados pela baixa seletividade de determinados princípios ativos às culturas, torna-se necessário a realização de estudos sobre o uso de microrganismos promotores de crescimento em plantas na prevenção de injúrias causadas por herbicidas. Como contextualização do potencial de exploração dos produtos utilizados no controle biológico com este intuito, destaca-se que em trabalho realizado por Asari et al. (2017), foi visualizado maior desenvolvimento do sistema radicular e melhor arquitetura das plantas que tiveram as sementes tratadas com Bacillus amyloliquefaciens em relação às que não foram submetidas ao tratamento com este microrganismo. Um dos mecanismos de detoxificação de herbicidas pelas plantas está relacionado à metabolização destes produtos em compostos inativos, mecanismo que apresenta elevada demanda hídrica para ser exercido pelas plantas (ZO- BIOLE et al., 2010b). Neste sentido, plantas com sistema radicular mais robusto poderão explorar maior volume de solo para absorção de água, auxiliando o processo de detoxificação de herbicidas nas situações em que estes produtos foram aplicados sobre plantas submetidas à déficit hídrico. Dentro do metabolismo secundário das plantas, uma das fontes de alteração ocorre devido a aplicação de herbicidas, visto que muitos destes atuam sobre enzimas que fazem parte de rotas metabólicas que dão origem a aminoácidos essenciais (ROCKENBA- CH et al., 2018). Nestas situações, compostos que poderiam auxiliar às plantas a superar estresses podem ser produzidos em menor quantidade, deixando estas com potencial limitado de recuperação das condições adversas as quais estão submetidas. Para atenuar este efeito dos herbicidas sobre o metabolismo secundário de plantas, o uso de B. amyloliquefaciens pode consistir em alternativa, uma vez que já foi relatado que plantas tratadas com este microrganismo apresentam potencial para maior produção de metabólitos secundários (CHEN et al., 2007). Por fim, a promoção de crescimento proporcionada por microrganismos utilizados no controle biológico, também pode trazer outros benefícios relacionados ao manejo de plantas daninhas. Brandão Filho et al. (2018) demonstraram que o tratamento de sementes de soja com produto à base de B. amyloliquefaciens promoveu incrementos no estande, altura, sistema radicular, parte aérea TRIGO DE ALTO RENDIMENTO ORS Madre Pérola 90 sacos/ha ORS Vintecinco 85 sacos/ha TBIO Toruk 85 sacos/ha TBIO Audaz 90 sacos/ha ORS 1403 80,5 sacos/ha sementescomvigor.com sementescomvigor Facebook/SementesComVigor Vacaria/RS 54 3231 1132 / 54 9 9711 0640 Sementes com qualidade e produtividade PlaneJAR A lavoura de inverno E INVESTIR NA COLHEITA DE VERAO. PlaneJAR A lavoura de inverno E INVESTIR NA COLHEITA DE VERAO. Conheça também as cultivares de aveias forrageiras e graníferas.

e produtividade da soja. Lavouras com estabelecimento inicial vigoroso, apresentam o fechamento das entrelinhas precoce, fato que beneficia o controle da comunidade infestante devido ao sombreamento exercido pelo dossel das plantas. Indução de resistência induzida de plantas à fitopatógenos por agentes de biocontrole No curso de seu desenvolvimento, as plantas cultivadas, grandes culturas, oleícolas e frutíferas precisam enfrentar uma ampla gama de agentes patogênicos que incluem os vírus, bactérias, fungos, oomicetos e nematoides. Para isto elas utilizam estratégias de proteção, tais como a lignificação de paredes celulares e produção de compostos antimicrobianos que são capazes de restringir ou atrasar a maioria das tentativas de invasões por fitopatógenos, durante o processo de infecção e/ou colonização. A resistência de plantas à patógenos pode ser acionada por diversos elicitores (estrutura ou subprodutos de microrganismos não patogênicos e patogênico e/ ou moléculas de origem vegetal e mineral). Os gêneros de microrganismos Bacillus e Trichoderma têm sido usados para o biocontrole de diversas doenças de plantas, assim como para aumentar a produtividade de culturas (BETTIOL; MORANDI, 2009). A translocação de sinal, mais uma vantagem do método de indução de resistência, ocorrem nos tecidos, mesmo não tratados, estimulando este a estarem alertas para chegada dos fitopatógeno. Solino et al. (2016) verificaram que subprodutos de fungos sapróbios ativaram mecanismo de resistência em tecidos não tratados, confirmando o efeito sistêmico de alguns indutores. O intervalo de tempo entre a aplicação do elicitor e a posterior exposição da planta ao patógeno, bem como, conhecer a fisiologia do parasitismo envolvido são fatores a serem considerados, pois definirá o sucesso do método. Isto porque as mudanças específicas no metabolismo, que envolvem a síntese e/ou acúmulo de substâncias importantes denominada de respostas bioquímicas. Estas são rápidas, se iniciam logo após a aplicação do agente elicitor e podem se estender por dias e horas após o tratamento, dependendo da interação elicitor-planta. Antes mesmo de se encerrar a resposta bioquímica, mudanças morfológicas do tecido estarão em construção, como o aumento da espessura e fortalecimento de parede celular por meio da incorporação de hidroxiprolina e tirosina, além de acumular compostos fenólicos nos tecidos. Assim, o agente causador de doença na planta terá maior dificuldade para estabelecer o sítio de infecção e, mesmo tendo êxito, a colonização será mais lenta, de forma que a severidade dos sintomas seja menor. Para o sucesso do controle da doença e econômico da produção da cultura alvo, o momento da aplicação, bem como o número de aplicações deve ser conhecido e respeitado, pois o manejo inadequado pode afetar o crescimento dos tecidos, além de interferir na , 2018). floração e produção. Kuhn (2007) verificou que aplicação de B. cereus promoveu controle de Xanthomonas axonopodis pv. phaseoli e S. sclerotiorum, ativando mecanismos de resistência sem interferir na produtividade e melhorando a qualidade de produção da cultura. A concentração da fitoalexina gliceolina em cotilédones de soja, importante mecanismo de defesa da soja contra patógenos, aumentou de acordo com a concentração das doses de B. subtilis BV02. A concentração 4% de B. subtilis BV02 promoveu 237% e 311% mais acúmulo de gliceolina em cotilédones de soja que a água destilada (testemunha) e ASM (padrão), respectivamente (Figura 2) (CAMPOS et al., 2018). Outro fator a ser considerar é o amplo espectro de ação que a resposta de defesa da planta pode produzir em resposta a um determinado elicitor e respostas específica. Pode fazer uma analogia com os princípios ativos dos produtos químicos de ação multissítios e sítios específicos, onde a concentração, época de aplicação, intervalo de aplicação e patógenos alvos devem ser conhecido e fornecidos nas bulas, os indutores funcionam de forma similar, ou seja, induzindo diferentes repostas em função da sua natureza (princípio ativo). Esta informação, e o desenvolvimento de produtos com ação indutora estão em fase desenvolvimento no Brasil, mas temos trabalhos científicos que nos auxiliam a nortear o novo método de controle de patógenos. Singh et al., (2013), que verificaram aplicação de Trichoderma harzianum promoveu uma série de respostas de defesa como acúmulo de compostos fenólicos, produção de enzimas envolvidas na via fenilpropanóide, deposição de ligininas e proteínas PR contra Rizoctonia solani, portanto, pode ser recomendada para usar como alternativa promissora para minimizar o impacto dos fungicidas químicos no meio ambiente. Rondons (2016), afirma que a utilização de agentes de controle biológico, como produtos à base da bactéria Bacillus podem servir como uma ferramenta de controle de fitopatógenos em rotação com outros fungicidas químicos ou ser uma ferramenta estratégica na produção agroecológica. Junges (2016) verificou que a aplicação de suspensão células de Bacillus subtilis, em tratamento de sementes e via foliar, reduziu a severidade e progresso da antracnose do feijoeiro em 40%, aumentando a atividade de peroxidase b-1,3-glucanase, sem comprometer o acúmulo de massa seca de plantas de feijão. Os gêneros Trichoderma e Bacillus, consolidado como agentes de biocontrole de patógenos de plantas cultivadas, produzir metabólitos secundários que incremento de crescimento de plantas e na ativação de mecanismo de defesa desta (BETTIOL; MORANDI, 2009). Em pepineiro, Yedidia et al. (2003) verificaram que o isolado T 203 de Trichoderma asperellum, inoculado no sistema radicular, conferiu proteção sistêmica à manchaangular causada por Pseudomonas syringae pv. lachrymans e reduziu em 80% os sintomas da doença. A proteção propiciada pelo agente de biocontrole foi associada ao aumento das enzimas de defesa fenilalanina amônia-liase e hidroperóxido liase.

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