Cenário da Pesquisa


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Publicado em: 01/10/2018

Aldeia Norte Editora Ltda Rua Paissandu, 876 – sala 2 Edifício Bristol 99010-100 – Passo Fundo – RS Fone (54) 3311 1235 revista@ Fundador Gilberto de Oliveira Borges (1947-2002) Direção Juliane Borges juliane.borges@ Diretor | Editor João Manoel Borges jm.borges@ Circulação e Assinaturas Tadeu Ricardo Attolini tadeu@ Conselho Consultivo Antonio Luis Santi (Universidade Federal de Santa Maria) Elmar Floss (Grupo Floss) Erlei Melo Reis (Universidade de Passo Fundo) Fernando Penteado Cardoso (Fundação Agrisus) Gilberto Cunha (Embrapa Trigo) João Carlos Moraes de Sá (Universidade Estadual de Ponta Grossa) Telmo Jorge Carneiro Amado (Universidade Federal de Santa Maria) Walter Boller (Universidade de Passo Fundo) Para anunciar comercial@ 54 3311 1235 Impressão: Maraugraf – Marau/RS

É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo desta publicação sem autorização da Editora. Nota: As opiniões emitidas em artigos assinados, são de inteira responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente as da Revista Plantio Direto & Tecnologia Agrícola. Cenário da Pesquisa Agrupamento de plantas de soja na linha de semeadura com diferentes números de indivíduos por covas Publicado em: Ciência Rural (Universidade Federal de Santa Maria) Local do experimento: Londrina, PR Objetivos: Avaliar o desempenho agronômico da soja em diferentes números de plantas por cova Autores: Esmael Lopes dos Santos (Unifil – Londrina, PR) e outros. Como foi feito Durante três safras (2014 a 2017) foi conduzido um experimento em um Latossolo vermelho distrófico, com clima do tipo Cfa – subtropical (Köppen-Geiger). Foram testadas diferentes cultivares e diferentes espaçamentos de plantas dentro da linha (8, 16, 24, 32 e 40 cm), com 1 até 5 sementes na mesma cova, dependendo do espaçamento na linha, e espaçamento de 50 cm entre linhas. As cultivares testadas possuem hábito indeterminado e grupos de maturação de 6.0 e 6.1. O experimento foi feito em Sistema Plantio Direto com plantio na segunda metade de outubro. Foi avaliado o rendimento de grãos, características agronômicas da planta, entre outros fatores. Resultados A performance agronômica da soja em semeadura com diferentes quantidades de plantas na mesma cova é similar a distribuição de plantas com mesmo espaçamento na linha. Mais detalhes sobre o experimento podem ser encontrados em Cienc. Rural vol.48 no.5, Santa Maria 2018 Epub May 10, 2018 Fungicidas no manejo da ferrugem da soja, processos fisiológicos e produtividade da cultura

Publicado em: Summa Phytopathologica (Grupo Paulista de Fitopatologia) Local do experimento: Uberlândia, MG Objetivos: Avaliar se o incremento de produtividade proporcionado pela aplicação de mancozebe é devido à ação fungicida ou se o produto induz alguma alteração fisiológica na planta. Autores: Viviane Moreira Alves e Fernando Cezar Juliatti (UFU – Uberlândia, MG).

Como foi feito O experimento foi conduzido no período de 16/03 a 02/06/2015, em solo classificado como Latossolo vermelho, de textura argilosa, com 919 m de altitude, clima tropical estacional de savana (Aw), com precipitação média anual em torno de 1200 mm e temperatura média anual de 25ºC. As chuvas concentram-se entre os meses de novembro e março. Os tratamentos estudados foram diferentes misturas de fungicidas aplicadas na soja para controle de ferrugem asiática, com e sem a adição de mancozebe. A primeira aplicação dos tratamentos ocorreu por ocasião do florescimento da cultura (R1), preventivamente. Foi estimada a severidade da doença, teores de pigmentos da soja, taxa de fotossíntese e de respiração, entre outros fatores fisiológicos, além de produtividade de grãos e características agronômicas das plantas. Contribuição do K não-trocável em solos do Sul do Brasil submetidos a adubação potássica e cultivos sucessivos Publicado em: Revista Ciência Agronômica (UFC) Local do experimento: Marechal Candido Rondon, PR Objetivos: Investigar os efeitos da fertilização de potássio e sucessão de culturas na mobilização de potássio não-trocável em diferentes solos do Paraná. Autores: Fábio Steiner (UEMS – Cassilândia, MS) e Maria do Carmo Lana (UNIOESTE – Marechal Candido Rondon, PR) Como foi feito Foram coletadas amostras de nove locais sem cultivo, e foi classificado o solo de cada um dos locais, e analisados sua fertilidade. Foi aplicado calcário antes do experimento e os solos foram umedecidos até 70% da capacidade de retenção de água e incubados por 25 dias, após isso foi transferido o solo para potes plásticos. Foram testadas seis culturas sucessivas na Casa de Vegetação: soja, milheto, trigo, feijão, soja e Milho, e dois níveis de fertilização potássica (com ou sem potássio). Antes da semeadura, o solo foi fertilizado e durante o experimen- Resultados O controle da ferrugem com aplicação de azoxistrobina + benzovindiflupir + mancozebe destacou-se em relação aos demais. Com exceção do fungicida picoxistrobina + ciproconazol, a adição de mancozebe às outras misturas estudadas potencializou o efeito da aplicação desses fungicidas. Porém, no tratamento com três aplicações de mancozebe de forma isolada, houve baixo controle da doença. Mancozebe pode elevar a concentração dos pigmentos fotossintetizantes; e adicionado à fluxapiroxade + piraclostrobina o mancozebe elevou a eficiência no uso da água e a massa de mil grãos. Mais detalhes sobre o experimento podem ser encontrados em Summa phytopathol. vol.44 no.3, Botucatu July/Sept. 2018 to o solo foi mantido próximo a capacidade de campo com água deionizada. As plantas foram cultivadas por 45 dias, depois colhidas e determinado a concentração de potássio. Após a última cultura, os solos foram analisados para determinar o potássio. Resultados

Os solos diferiram na habilidade de fornecer potássio no curto a médio prazo A concentração inicial do potássio trocável de 0,15 cmolc/dm³ foi suficiente para rendimento de soja alto, provavelmente em função do potássio não-trocável presente. Quando os solos não foram fertilizados com potássio, a sucessão de culturas reduziu o potássio trocável e não-trocável. Embora essa redução foi menor em solos com capacidade tamponante de potássio. A concentração de potássio trocável e nãotrocável aumentou com adição de fertilizantes, indicando fixação do potássio no solo. A contribuição do potássio não-trocável na nutrição das plantas ao longo dos cultivos foi de 50 a 73% sem fertilização, e de 1 a 18% com fertilização. Mais detalhes sobre o experimento podem ser encontrados em Rev. Ciênc. Agron. vol.49 no.4 Fortaleza Oct./Dec. 2018