Nitrogênio complementar via foliar nas culturas do milho, soja e feijão: doses e estádios fenológicos de aplicação
Fabiano Pacentchuk1, Jackson Huzar Novakowiski2,Jaqueline Huzar Novakowiski3, Itacir Eloi Sandini41Engº. Agrônomo. Mestrando Programa de Pós-Graduação em Agronomia. Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), Campus CEDETEG, Guarapuava, PR. E-mail: fabianopacentchuk@gmail.com2Engº. Agrônomo. Responsável Técnico de Vendas - Basf. E-mail: jacksonhuzar@hotmail.com3Engª. Agrônoma. PhD Student at The Ohio State University, E-mail: huzarnovakowiski.1@buckeyemail.osu.edu4Engº. Agrônomo. Prof. Dr. Departamento de Agronomia - Unicentro. E-mail: isandini@hotmail.com
Introdução
As culturas do milho, soja e feijão destacam-se pelo elevado nível tecnológico empregado em seu cultivo, o qual busca obter altas produtividades e atender de forma adequada, em termos de quantidade e qualidade, o mercado consumidor. Entretanto, é necessário considerar que a manifestação do potencial produtivo das culturas está relacionada com o genótipo, condições ambientais e de manejo. Logo, a fertilidade do solo e a nutrição mineral das plantas são componentes essenciais para a construção de um sistema de produção eficiente, onde a disponibilidade de nutrientes deve estar sincronizada com o requerimento da cultura em quantidade, forma e tempo (COELHO, 2006), principalmente no que diz respeito ao nitrogênio (N), nutriente este exigido em maior quantidade pelas plantas.Segundo KARLEN et al.(1998) cerca de 50% do N aplicado como fertilizante é perdido por lixiviação, desnitrificação e volatilização. Um dos principais fatores que contribui para aumento destas perdas é a fonte de N utilizada. Nas culturas do milho e do feijoeiro, quando se utiliza a uréia, podem ocorrer perdas elevadas de N por volatilização (BARBOSA FILHO & SILVA, 2001), principalmente em plantio direto. Segundo CERETTA et al. (2007), as perdas de N são potencializadas com a aplicação da uréia em superfície, pois a urease, ocorre na interface solo-atmosfera e nos resíduos superficiais, onde podem ser depositados grânulos da uréia. Como forma de minimizar estas perdas, atualmente existe no mercado, fertilizantes de liberação lenta e controlada que retardam a disponibilidade inicial dos elementos nutrientes ou incrementam a sua disponibilidade no tempo por meio de diferentes mecanismos. Os produtos de degradação microbiana, como uréia-formaldeído e uréia-aldeído são normalmente designados comercialmente como adubos de liberação lenta. A uréia-formaldeído é uma das formulações mais importantes. Resulta da reação do formaldeído com excesso de uréia da qual resulta uma mistura de metileno-uréias com polímeros de cadeia longa (formam-se várias moléculas com cadeias de diferentes comprimentos). Há ainda os chamados fertilizantes estabilizados que são aqueles que se modificam durante o processo de fabricação com a introdução de um inibidor da nitrificação (MAGALHÃES, 2009).Neste contexto a adubação foliar surge como uma alternativa para minimizar as perdas de N discutidas anteriormente, Boaretto & Rosolem (1987) preconizaram a adubação foliar na cultura do feijoeiro como complemento à adubação tradicional, principalmente de N, com o objetivo de reduzir o efeito das perdas do nutriente no solo. Assim, de acordo com ALMEIDA et al. (2000) estudos envolvendo doses e épocas de aplicação de N foliar, são extremamente importantes, pois essa prática pode trazer problemas ao desenvolvimento da planta em caso de fitotoxicidade causada pelo fertilizante. Por outro lado, há grande facilidade de aplicação e custos relativamente baixos, principalmente se a pulverização for associada a defensivos.Na cultura da soja, grande parte do N requerido é fornecida via fixação simbiótica com bactérias do gênero Bradyrhizobium, que dependem de simbioses altamente eficazes (NICOLÁS et al., 2006). Para tanto, a bactéria infecta as raízes da planta ocasionando a produção de nódulos logo no estádio V1. Ao longo dos estádios vegetativos de desenvolvimento, o número de nódulos aumenta juntamente com a taxa de fixação do N2, esta taxa aumenta significativamente, atingindo o seu pico no estádio de enchimento de grãos (R5), e decresce rapidamente a seguir. Desta forma, fatores como o avanço do plantio direto na Região do Cerrado, o lançamento de cultivares com teto elevado de produtividade e resultados de pesquisa obtidos nos Estados Unidos (WESLEY et al., 1998; LAMOND & WESLEY, 2001), com resposta da soja à aplicação tardia de N, voltaram a gerar dúvidas sobre a necessidade de se adubar a soja com fertilizantes nitrogenados. Além disso, Oliveira Jr. et al. (2008) ao estudarem a influência de diversas modalidades de aplicação de glyphosate sobre a nodulação e o crescimento de 20 cultivares brasileiras de soja RR concluíram que todas as doses e modalidades de aplicação de glyphosate causaram reduções no número de nódulos e massa seca de nódulos.Assim, o objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da aplicação de doses crescentes de nitrogênio via foliar, de forma complementar, em diferentes estádios fenológicos de desenvolvimento da cultura da soja, milho e feijoeiro.
Material e Métodos
Os experimentos com as culturas da soja e do milho foram conduzidos em condições de campo na Fazenda Santa Cruz no município de Guarapuava e com a cultura do feijoeiro na Fazenda Pinhal Ralo no município de Pinhão, ambas as fazendas localizadas no estado do Paraná, durante a safra agrícola 2009/2010. Os ensaios foram conduzidos de forma diferenciada em função das características agronômicas de cada cultura. As áreas experimentais localizam-se em uma altitude aproximada de 1058 m e o clima da região é classificado como Cfb.O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados em esquema fatorial com quatro repetições. O produto utilizado para o fornecimento de N via foliar foi o Nitamin®, que é um produto comercializado na forma líquida, apresentando concentração de 33% de N (p/v) e, apresenta liberação controlada, sendo 30% liberado de maneira imediata e outros 70% que é liberado gradualmente. A aplicação do fertilizante foi realizada com pulverizador costal de pressão constante à base de CO2 com pontas de pulverização de jato leque XR 110:02, espaçadas em 0,5 m uma da outra. A pressão de trabalho foi de 30 lb pol-2, resultando em uma taxa de aplicação de 200 L ha-1.
Cultura I – Soja
Na cultura da soja utilizou-se um esquema fatorial 3 x 5, sendo três estádios de aplicação do fertilizante nitrogenado (V4, início do florescimento (R1) e formação do legume (R4)) e cinco doses (0, 5, 10, 15 e 20 L ha-1). Cada unidade experimental foi constituída de quatro linhas com espaçamento entre linhas de 0,40 m e comprimento de 6,5 m, sendo utilizada para avaliação somente as duas linhas centrais e desprezando-se 0,5 m a partir da borda, totalizando uma área útil de 3,6 m2. O experimento foi implantado em sistema de semeadura direta, em sucessão a cultura do triticale, sendo utilizado a cultivar ND 7310 com semeadura efetuada no dia 15/12/2009. No momento da semeadura foi realizada a inoculação das sementes com a bactéria Bradyrhizobium japonicum (SEMIA 5079 e SEMIA 5080). A adubação de base foi realizada com 40 e 60 kg ha-1 de P2O5 e K2O, respectivamente. As variáveis avaliadas foram produtividade e massa de mil grãos. A produtividade foi obtida a partir da colheita das duas linhas centrais de cada parcela, posteriormente foi realizada a pesagem e determinação do teor de umidade, com a correção para 13% e, assim, estimada a produtividade em kg ha-1. A massa de mil grãos em gramas foi estimada pela contagem e pesagem de 300 grãos.
Cultura II – Feijão
Na cultura do feijão utilizou-se um esquema fatorial 3 x 5, sendo três estádios de aplicação do fertilizante nitrogenado (V4, início do florescimento (R6) e formação do legume (R7)) e cinco doses (0, 4, 8, 12 e 16 L ha-1). Cada unidade experimental foi constituída de quatro linhas espaçadas em 0,39 m e com comprimento de 4,5 m, tendo-se uma área útil para avaliação de 3,51 m2. O experimento foi implantado em sistema de semeadura direta no dia 15/01/2010, utilizando-se a cultivar de feijão Graúna pertencente ao grupo preto. A adubação utilizada foi de 100 kg ha-1 da fórmula 14-34-00 aplicado em base e 60 kg ha-1 de N aplicado em cobertura em V2. As variáveis avaliadas foram às mesmas citadas anteriormente para a cultura da soja.
Cultura III – Milho
Na cultura do milho utilizou-se um esquema fatorial 3 x 6, sendo três estádios de aplicação do fertilizante nitrogenado (V13, pré-pendoamento (VT) e florescimento (R1)) e seis doses (0, 5, 10, 15, 20 e 25 L ha-1). Cada unidade experimental foi constituída de quatro linhas com espaçamento entre linhas de 0,80 m e comprimento de 6,5 m, sendo avaliadas a uma linha central correspondendo a área útil de 5,2 m2. O experimento foi implantado no dia 15/10/2009 em sistema de semeadura direta sobre palhada de triticale, ervilhaca e aveia dessecada com glifosato (720 g i.a. ha-1), o híbrido utilizado foi o 30R50. A adubação foi realizada com 108 kg ha-1 de K2O (KCl) em pré-semeadura, 40 kg ha-1 de N e 105 kg ha-1 de P2O5 na base, e 160 kg ha-1 de N com uréia parcelada em 50% nos estádios V2 e V5. As variáveis avaliadas também foram produtividade e massa de mil grãos, com a correção da umidade para 14%.
Análise estatística
Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância por meio do programa estatístico Sisvar e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade para o fator qualitativo (estádio de aplicação) e por regressão polinomial para o fator quantitativo (doses do fertilizante foliar nitrogenado), buscando-se o modelo que melhor expressasse a relação entre a variável independente (doses do fertilizante foliar nitrogenado). Foram testados modelos lineares e quadráticos e a escolha foi baseada na significância (menor que 5%). A partir das equações geradas foi realizado o cálculo para obtenção da máxima eficiência técnica a qual corresponde à máxima produtividade de grãos que poderia ser obtida.
Resultados e Discussão
Segundo ROSOLEM & BOARETTO (1989), a aplicação de quantidades consideráveis de N via foliar pode esbarrar no problema de ocorrência de fitotoxidez, todavia, no presente trabalho não se constatou injúria às plantas pela aplicação do fertilizante foliar nitrogenado para nenhuma das culturas estudadas.A produtividade e a massa de mil grãos de soja não apresentaram diferença significativa, na média dos tratamentos, entre os diferentes estádios fenológicos de aplicação do fertilizante nitrogenado (Tabela 1). Entretanto, ao analisar a produtividade em função das doses crescentes do fertilizante para cada estádio fenológico de aplicação (Figura 1A), verifica-se que houve resposta quadrática a 1% quando o fertilizante nitrogenado foi aplicado nos estádios de início de florescimento e formação do legume. Para a aplicação realizada no início do florescimento a máxima eficiência técnica de 3484 kg ha-1 seria obtida com a utilização de 12,7 L ha-1 do fertilizante nitrogenado tendo-se um incremento na produtividade de 338 kg ha-1 (10,7%). Enquanto que, no estádio de formação do legume a máxima eficiência técnica de 3410 kg ha-1 seria obtida com a aplicação de 11,2 L ha-1 do fertilizante nitrogenado proporcionando incremento na produtividade de 296 kg ha-1 (9,5%). Quanto à aplicação no estádio V4 obteve-se equação de regressão com significância de 5%, tendo a máxima eficiência técnica de 3221 kg ha-1 alcançada com a aplicação 11,7 L ha-1 do fertilizante com incremento na produtividade estimado em 73 kg ha-1 (2,32%). Com relação à massa de mil grãos (Figura 2A), não se obteve diferença significativa quando o fertilizante nitrogenado foi aplicado em V4, ao contrário da aplicação em início de florescimento e formação do legume onde se verificou resposta quadrática a 1%. A maior massa de grãos com a aplicação do fertilizante no início do florescimento seria obtida com 15 L ha-1 tendo-se incremento de 6,5 g e para o estádio de formação do legume com 10,6 L ha-1 com um incremento de 5,2 g. Assim, verifica-se nesse trabalho, que a aplicação do fertilizante foliar nitrogenado, no início do florescimento, proporcionou as maiores alterações na massa de grãos e como consequência, na produtividade. Da mesma forma como para a cultura da soja, a produtividade de grãos de feijão não apresentou diferenças significativas entre os diferentes estádios de aplicação do fertilizante nitrogenado, contudo, a aplicação do fertilizante no estádio de florescimento proporcionou a maior massa de mil grãos, correspondente a 215,41 g, superior em 3,04% à aplicação no estádio de V4 e em 2,46% na formação do legume (Tabela 1).
Tabela1. Produtividade e massa de mil grãos (MMG) da cultura da soja e do feijoeiro com aplicação de nitrogênio complementar em diferentes estádios fenológicos na média dos tratamentos. Guarapuava, PR, 2011.
Em função das doses do fertilizante nitrogenado aplicado nos estádios de florescimento e formação do legume, houve resposta quadrática a 1% da produtividade de grãos de feijão, enquanto que, para a aplicação em V4 não houve significância de um modelo de regressão que se ajustasse aos dados obtidos (Figura 1B). A aplicação do fertilziante foliar no florescimento apresentou-se superior as demais sendo observado a máxima eficiência técnica com a utilização de 8,4 L ha-1 com incremento na produtividade de 160 kg ha-1 (4,5%). Para a aplicação na formação do legume que apresentou-se inferior à aplicação em florescimento a máxima eficiência técnica foi verificada com 8,0 L ha-1 e incremento de 119 kg ha-1 (5,11%). Para a massa mil grãos (Figura 2B) com as doses do fertilizante em complementação nos diferentes estádios de desenvolvimento da cultura, houve resposta quadrática a 1% para os estádios de V4 e formação do legume, entretanto, não foi observado significância para aplicação no florescimento.
Figura 1. Produtividade de grãos de soja (A), feijão (B) e de milho (C) com a aplicação de doses crescentes de Nitamin® em diferentes estádios fenológicos de desenvolvimento. Guarapuava, PR, 2011.
ALMEIDA et al. (2000) estudaram a influência de diferentes concentrações de uréia em solução para fornecimento de N via foliar ao feijoeiro com e sem adubação de cobertura, e obtiveram resultados de aumento na produtividade com a adubação de cobertura, todavia, o mesmo não ocorreu com a adubação foliar, ao contrário do que foi constatado neste trabalho. Ao passo que, AMBROSANO et al. (1996) verificaram que a associação da adubação de N no feijoeiro em cobertura via solo e foliar são mais efetivas do que somente a aplicação foliar. Os estádios de aplicação do fertilizante foliar nitrogenado não afetaram a produtividade e a massa de mil grãos de milho. Entretanto, a produtividade de milho apresentou resposta quadrática com o aumento da dose do fertilizante foliar nitrogenado a 5% com a aplicação em V13 e a 1% com as aplicações no pré-pendoamento e florescimento (Figura 1C). No estádio V13, a máxima eficiência técnica seria obtida com a aplicação de 11,7 L ha-1 de fertilizante foliar com 8928 kg ha-1 o que representa um incremento de 322 kg ha-1 (3,75%) em relação à ausência da aplicação. No pré-pendoamento, a máxima produtividade de grãos de 9082 kg ha-1 seria obtida com a aplicação de 11,9 L ha-1 do fertilizante foliar o que corresponde a um incremento de 481 kg ha-1 (5,6%). Quanto ao estádio de florescimento, a máxima eficiência técnica de 9152 kg ha-1 de grãos ocorreria com a aplicação de 11,2 L ha-1 do fertilizante foliar que resultando em um incremento de 522 kg ha-1 (6,05%).Embora não se constate diferença significativa na massa de mil grãos (Tabela 1), verifica-se uma tendência de aumento na massa dos grãos com as aplicações no pré-pendoamento e florescimento em relação às aplicações no estádio vegetativo V13, como é apresentado na Figura 2C, onde que as curvas para aplicação no estádio de pré-pendoamento e florescimento obtiveram resposta quadrática a 1% enquanto no estádio V13 não houve resposta significativa, o que pode ser um indicativo para o aumento na produtividade.
Figura 2. Massa de mil grãos de soja (A), feijão (B) e de milho (C) com a aplicação de doses crescentes de Nitamin® em diferentes estádios fenológicos de desenvolvimento. Guarapuava, PR, 2011.
A partir dos incrementos na produtividade de grãos de milho obtidos neste trabalho, verifica-se que a aplicação de N via foliar no milho pode ser uma maneira eficiente para complementar o que é absorvido pelas raízes, no entanto, não deve ser utilizada como única forma de fornecimento de N inorgânico às plantas como relatado por DEUNER et al. (2008).A estabilização e queda no rendimento de grãos nas doses mais elevadas de N via aplicação do fertilizante foliar após a dose correspondente a máxima eficiência técnica, pode ter sido decorrente do efeito tóxico do amônio proveniente da uréia formaldeído, reduzindo a absorção de outros cátions como K+, Ca++, Mg++ como citado por CARNICELLI et al. (2000).Em trabalho realizado por CAMARGO et al. (2008) foi verificado que a aplicação de N no estádios que antecedem o emborrachamento do arroz irrigado contribui para a formação do número de panículas m-², aumento do aparato fostossintético, maior acúmulo de fotoassimilados e maior produtividade, contudo, a aplicação complementar de N no emborrachamento não afetou a duração da área foliar fotossintetizante, os componentes e a produtividade de arroz irrigado, ao contrário do que foi constatado neste trabalho.As diferentes respostas, quanto à aplicação de N em cobertura via foliar, são bastantes divergentes na literatura, o que se deve provavelmente, as diferentes cultivares empregadas, condições edafoclimáticas e as fontes de N. Todavia, cabe considerar que neste trabalho a aplicação de N foliar visa à complementação do N aplicado na base e em cobertura via solo com a uréia, de forma de se possa suprir uma possível deficiência do elemento na fase de enchimento de grãos em virtude das perdas, principalmente quanto à volatilização. Conclusões
A aplicação de nitrogênio complementar via foliar mostra-se como uma alternativa para aumento de produtividade nas culturas da soja, milho e feijoeiro, todas as culturas testadas apresentaram aumento de produtividade em função da aplicação de N foliar. Os maiores incrementos na produtividade da soja e feijoeiro ocorreram com a aplicação de 12,7 L ha-1 e 8,4 L ha-1 de Nitamin®, respectivamente, no estádio de início de florescimento. Para o milho foi no estádio de florescimento com 11,2 L ha-1.
Referências
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Artigo publicado na edição conjunta 142 e 143, julho a outubro de 2014.