Estado da Arte e Divulgação do Plantio Direto no Brasil


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Publicado em: 01/04/2011

Estado da Arte e divulgação do plantio direto no Brasil

Giseli BrüggemannEngenheira Agrônoma, Analista de Mercado/ Agroconsult - giseli@agroconsult

Introdução

O Rally da Safra é um projeto realizado pela Agroconsult que consiste em uma expedição pelas principais regiões produtoras de grãos do Brasil. Tem por objetivos avaliar as condições de colheita das safras de soja e milho, eficiência logística e de infra-estrutura, transgenia, plantio direto entre outras avaliações. Neste artigo são apresentados os resultados do Rally da Safra 2010 relacionados ao levantamento sobre o plantio direto, o qual é solicitado e financiado pela Fundação Agrisus desde 2006.

Em 2010, oito equipes formadas por agrônomos, técnicos e convidados, coordenadas pela Agroconsult percorreram os principais pólos de produção de grãos do País, passando por RS, SC, PR, MS, MT, GO, DF, MG, BA, TO, MA e PI.

As equipes realizaram levantamentos qualitativos e quantitativos. O levantamento quantitativo foi obtido a partir de amostragens aleatórias das lavouras de soja e de milho realizadas ao longo do trajeto definido para o Rally. Já o qualitativo, por meio de questionários aplicados durante os eventos aos produtores realizados em nove municípios.

Foram realizadas 1.238 amostras a campo, em que coletou-se informações referentes ao plantio direto como: produtividade, percentual do solo coberto com resíduos culturais, identificação da cultura da palhada e declividade do terreno.

1. Metodologia

As informações sobre o plantio direto foram coletadas a partir das avaliações de campo e da aplicação de questionários nos eventos.

1.1. Avaliações de campo

As paradas para a amostragem de campo foram realizadas aleatoriamente durante o trajeto. Em cada amostra foi anotado o nome do município e, por meio de aparelhos de GPS (Sistema de Posicionamento Global), foram registradas as coordenadas: altitude, latitude e longitude.

1.1.1. Produtividade

Seguindo a metodologia, caminhou-se para dentro da lavoura para evitar o efeito de bordadura. Mediu-se o espaçamento entre linhas e contou-se o número de plantas em cinco fileiras (no caso do milho, número de plantas e de espigas). Em seguida, foram selecionadas cinco plantas de soja para avaliação da produtividade (ou cinco espigas, no caso da avaliação da produtividade do milho). Para soja, foram contados o número de vagens e o número de grãos por planta; e para milho, foi contado o número de fileiras de grãos na espiga e o número de grãos numa fileira. Quando maduros, os grãos foram contados e pesados, após a medição da umidade dos mesmos. Além disso, foram anotadas observações gerais sobre as condições da lavoura tais como: estádio de desenvolvimento, existência de irrigação, umidade do solo, textura do solo, declividade do terreno e outras observações relevantes como incidência de pragas, doenças e plantas daninhas, aspecto visual das lavouras etc.

1.1.2. Plantio direto

A cada parada para avaliação de campo foram coletadas também informações sobre o plantio direto, dentre elas o percentual e tipo de resíduo utilizado de cobertura do solo.

Para a determinação do percentual de cobertura morta, aplicou-se uma metodologia sugerida pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e adaptada pelo Rally da Safra. Utilizou-se uma trena. No quadrante marcado para avaliação da produtividade das lavouras, foi estendida a trena formando-se um ângulo de aproximadamente 45°, e atravessando duas fileiras de plantas (Figura 1). Para determinar o percentual de cobertura morta, foram contados, ao longo de um metro de trena, os números de marcações (de 10 cm) que coincidem com o resíduo de solo. A porcentagem de cobertura morta será o número de marcas contadas multiplicado por 100. Para cada parada, o procedimento foi repetido por duas vezes e anotada a média da leitura.

Na edição 2010 do Rally da Safra foi adicionada à amostragem a avaliação da declividade do terreno e presença de sinais de erosão.

Figura 1. Esquema ilustrativo para determinação do percentual de cobertura morta no solo.

1.2. Questionários

Durante os nove eventos realizados pelo Rally da Safra para os produtores, foram distribuídos os questionários, que foram aplicados sem o auxílio de entrevistador e com perguntas fechadas.

2. Resultados

Para avaliação dos resultados de campo e dos questionários, os dados foram agrupados em quatro regiões segundo a classificação por regiões climáticas sugerida pelo Engenheiro Agrônomo Fernando P. Cardoso (CARDOSO, 2005) (Figura 2).

Figura 2. Representação esquemática das regiões climáticas.

Região 1: caracterizada por inverno frio e úmido, propicia o plantio de trigo e de aveia no inverno (RS, SC e parte do PR).

Região 2: caracterizada por inverno ameno e úmido com variação imprevisível de temperatura e de umidade. Propicia, no inverno, o plantio de trigo, de aveia, de milho safrinha e de sorgo (parte dos Estados do MS, PR e SP).

Região 3: caracterizada pelo inverno quente e semiúmido. Milho e sorgo são as principais culturas utilizadas como safrinha (Estado do MT e partes dos Estados do MS, SP, MG e GO).

Região 4: caracterizada pelo inverno quente e seco. O plantio de culturas no inverno é dificultado pela escassez de chuvas (Estado do TO e partes dos Estados da BA, MA, PI e GO).

O Rally da Safra 2010 foi realizado em novo formato, buscando maior cobertura amostral e incorporando novas estatísticas ao levantamento.

Oito equipes tiveram o roteiro programado de acordo com o calendário de colheita das regiões produtoras, com o objetivo de avaliar as lavouras nos últimos estágios de desenvolvimento, inclusive as lavouras de ciclo precoce. O período de realização das amostras foi de 25 de janeiro a 22 de março de 2010.

Os municípios onde foram feitas as coletas de campo representaram de 7% a 14% do total dos municípios contidos em cada região climática. Porém, são municípios com relevância agrícola (Tabela 1).

Tabela 1. Representatividade dos municípios das coletas de campo em cada região climática.

2.1. Avaliações de Campo

Foram realizadas 1.238 amostras de campo. Dessas amostras, 96 estavam fora das quatro regiões climáticas definidas por Cardoso (2005), algumas amostras que foram realizadas no estado de Minas Gerais foram descartadas por não pertencerem a nenhuma das quatro regiões climáticas. Dos municípios levantados, 244 pertenciam a uma das quatro regiões climáticas. Todas as amostras foram geo-referenciadas e através do Google Earth os pontos foram plotados em mapas (Figura 3).

Figura 3. Distribuição das amostras de milho (A) e distribuição das amostras de soja (B).

2.1.1. Sobre o percentual de cobertura do solo

Considerações sobre as avaliações de campo:

1. Assim como no ano de 2006, estão sendo apresentados apenas os resultados referentes às amostras de soja, pois o número de amostras de milho foi baixo e concentrado em poucas regiões, conforme a Tabela 2.

Tabela 2. Estatísticas Gerais da Amostragem de Campo.

2. Em muitas áreas percorridas, as lavouras já se encontravam em estádio avançado de maturação, por conseguinte com a colheita próxima a ser realizada. Conseqüentemente, os resíduos de cobertura já estavam decompostos ou muito misturados com as folhas mortas da cultura.

3. O trajeto percorrido, bem como o período de avaliação, sofreram alterações nas edições do Rally da Safra, interferindo nas comparações dos resultados.

4. O levantamento realizado em 2006 tinha como objetivo testar a metodologia de avaliação, servindo de projeto piloto para a metodologia adotada nos anos seguintes. Os percentuais de cobertura do solo apresentaram valores muito elevados em relação aos anos seguintes, sendo assim, não será feita nenhuma comparação dos valores apresentados nos últimos anos com o ano de 2006.

5. As amostras de campo avaliam apenas a presença e o percentual de cobertura de solo e, portanto, não permitem uma interpretação precisa sobre a adoção do Sistema de Plantio Direto.

Nas avaliações realizadas nas lavouras de soja das Regiões 1 e 2 houve redução de cobertura do solo em relação ao ano passado. Na Região 1 passou de 57% para 46% e na Região 2 de 34% para 28%. Analisando os dados, no estado do Paraná a maioria das amostras apresentava cobertura de solo inferior a 50%. Desse modo, foram consultadas fontes de informações sobre área plantada no estado. A partir dos dados da SEAB (2010) de área plantada foi possível concluir que houve redução na área de trigo e aumento na área de aveia. De acordo com TORRES e SARAIVA (1998), a aveia tem degradação mais acelerada do que o trigo. Sendo assim, com o uso da aveia como cultura de cobertura, esta permaneceria menos tempo no campo, apresentando cobertura menor na época da avaliação do Rally da Safra. Esta é uma hipótese sugerida para a redução de cobertura nas Regiões 1 e 2.

Diferente do ocorrido nas duas regiões citadas, nas Regiões 3 e 4 houve aumento da cobertura do solo, apresentando 35% e 34%, respectivamente.

Analisando a distribuição das amostras segundo três estratos de cobertura de resíduo no solo, 46% das lavouras de soja avaliadas no Brasil apresentaram um percentual de cobertura do solo entre 40% e 100%, número superior aos apresentados nos anos anteriores. A exemplo dos anos anteriores destacou-se a Região Climática 1 contendo 63% das lavouras amostradas, classificadas na categoria de ”muito resíduo” de solo.

As Regiões 3 e 4 apresentaram aumento no percentual de lavouras classificadas na categoria de ”muito resíduo” no solo, enquanto, a Região 2 apresentou redução (Tabela 3).

Tabela 3. Percentual de cobertura do solo por região climática em lavouras de soja.

2.1.2. Sobre o tipo de resíduo

O milho, plantado na segunda safra, foi a cultura de cobertura encontrada em todas as regiões, com destaque para as Regiões 2 e 3 que tiveram mais de 50% das amostras em lavouras de soja com cobertura de milho. Além do milho, nas Regiões 2, 3 e 4 também foi encontrado o milheto formando a palhada.

Nas lavouras de soja das Regiões 1 e 2 é comum encontrar resíduo da cultura de trigo, no entanto, este ano houve redução do percentual. Na Região 1 passou de 55% para 26% e na Região 2 de 12 para 7%. Umas das hipóteses é a redução da área plantada dessa cultura no estado do Paraná, que pertence às duas regiões. Embora tenha reduzido o número de amostras com cobertura de trigo, a aveia, que também tem destaque nestas regiões como cobertura de solo, teve aumento de área no mesmo estado e isso pode ter influenciado no aumento de lavouras com esta cobertura na Região 1 (Tabela 4).

Tabela 4. Tipos de resíduos mais freqüentes nas amostras de lavouras de soja.

Figura 4. Coberturas de solo em lavouras de soja registradas pelas equipes do Rally da Safra 2010.

2.1.3. Sobre as condições do terreno

Em 2010, juntamente com as avaliações de campo habituais foi avaliada a declividade do terreno e a presença de sinais de erosão. Como esperado, a Região 1, com relevo mais acidentado, apresentou a maioria das lavouras em terreno inclinado. Na Região 2 são encontradas lavouras em terrenos planos (56%) e um número também considerável em terrenos inclinados (40%). Nas Regiões 3 e 4, a maioria foi em terrenos considerados planos (Tabela 5).

Tabela 5. Declividade do terreno das lavouras de soja.

Em geral, o número de lavouras com sinais de erosão foi baixo (3%). A Região 2 foi a que apresentou maior número de lavouras com sinais de erosão, mas mesmo assim ainda baixo (6%) (Tabela 6).

Tabela 6. Presença de sinais de erosão em lavouras de soja.

2.2. Questionários

Foram realizados nove eventos para produtores rurais nos municípios de (Maracaju (MS), Cascavel (PR), Sorriso (MT), Rondonópolis (MT), Rio Verde (GO), Maringá (PR), Luís Eduardo Magalhães (BA), Passo Fundo (RS) e Balsas (MA). Cada uma das seis empresas patrocinadoras convidou até 70 setenta produtores para cada evento. Nestes eventos foram distribuídos os questionários contendo dezenove questões, sendo elas referentes à área cultivada, técnicas de manejo na propriedade, uso de insumos, comercialização, armazenagem e logística. Nesse artigo serão discutidos os dados referentes às técnicas de manejo na propriedade. Em geral, os produtores convidados pelas empresas são aqueles de maior relacionamento com estas. Portanto, é importante ressaltar que o preenchimento dos questionários é realizado a partir de uma amostra contendo um grupo de grandes produtores que, além de empregarem maior nível de tecnologia na produção agropecuária, são também líderes locais. Em 2010, houve redução nos números de questionários respondidos, no entanto, ainda assim representou uma amostragem significativa para comparação com os anos anteriores.

2.2.1. Estatísticas gerais

Foram respondidos 310 questionários durante os nove eventos, sendo 61% oriundos dos eventos realizados nas Regiões Climáticas 1 e 2.

A Região Climática 1, que compreende os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e parte do Paraná, tem a estrutura fundiária caracterizada por propriedades menores. Segundo os dados obtidos, 85% das propriedades dessa região possui área até 1.000 ha. Na Região 2, de acordo com os dados, a distribuição foi semelhante, 85% possui área até 1000 ha. O mesmo não ocorre nas Regiões 3 e 4, em que o número de propriedades com área superior a 1000 ha alcança 56 e 71%, respectivamente, mostrando outro perfil de produtor.

Figura 5. Sinais de erosão em Mercedes (PR) e Dourados (MS), ocorrência em menos de 5% das lavouras amostradas e plantio direto com cobertura abundante e sem sinais de erosão.

2.2.2. Sobre as Técnicas de Manejo na Propriedade

2.2.2.1. Adoção do sistema de plantio direto (SPD)

Assim como em 2009, apenas 1% dos 310 respondentes declarou não utilizar o Sistema de Plantio Direto (SPD). É importante salientar que os elevados percentuais de respostas afirmativas à utilização do SPD nos questionários, reforçam a hipótese que esta amostra de produtores é viesada, e inclui produtores que adotam elevado nível de tecnologia em suas propriedades. Lembrando que algumas diferenças entre os anos também se devem à região de realização dos eventos noturnos. Pode-se notar que as Regiões 1, 2 e 3 praticamente mantiveram o percentual de adoção de SPD, que já era alto, no entanto, houve aumento de 5 pontos percentuais na Região 4, passando para 98% de adoção do sistema.

2.2.2.2. Área sob Sistema de Plantio Direto

Em todas as quatro regiões, mais de 90% dos produtores responderam utilizar o SPD em mais de 75% da sua área cultivada. Destacou-se a Região 4 que teve aumento de 14% em relação a 2009.

2.2.2.3. Motivos para adoção de Sistema de Plantio Direto

Dos 304 respondentes, 69% citaram o aumento da produtividade e 88% a conservação do solo como motivos para a adoção do SPD. Deve-se salientar que houve a possibilidade de optar por mais de uma alternativa como resposta, desse modo há a intersecção de respostas entre alternativas. A economia foi o motivo mais citado dentro de outros motivos.

2.2.2.4. Tempo de adoção do SPD

De acordo com as tabelas seguintes, nas Regiões 1 e 2 o SPD é adotado há mais de 10 anos por 87 e 77% dos respondentes, respectivamente. Nas Regiões 3 e 4, observou-se que a adoção do SPD é mais recente; menos de 50% dos respondentes adotam o sistema a mais de 10 anos.

2.2.2.5. Principais culturas para formação de palhada

A formação de palhada pode ser obtida através do plantio de uma cultura de safrinha ou do plantio de espécies que atendam bem a esta finalidade. As principais culturas utilizadas, segundo os produtores que responderam ao questionário do Rally da Safra 2010, são milho (26%) e aveia (20%).

A aveia é a cultura de outono/inverno freqüentemente utilizada para formação de palhada na Região Climática 1, seguida do trigo, segundo os dados. Na Região Climática 2, destaca-se o milho, seguido da braquiária e aveia. O milheto e o milho são as culturas mais utilizadas na Região Climática 3. Na região 4 são três culturas que se destacam milheto, milho e braquiária, conforme os anos anteriores (Tabela 7).

Tabela 7. Freqüência das principais culturas para formação de palhada, por região climática.

2.2.2.6. Freqüência de revolvimento do solo

Este ano foi inserido um novo item (revolvimento acima de 10 anos), as Regiões 1 e 2 apresentaram, respectivamente, 24% e 30%, enquanto, as Regiões 3 e 4 foram de 3% e 0%, respectivamente. Nota-se que no ano anterior quando não havia a opção ”Mais de 10 anos” a maioria, exceto a Região 4, concentrou-se na opção ”Nunca”, verificando os dados deste ano, novamente exceto a Região 4, percebe-se que a maioria dividiu-se entre as opções ”Mais de 10 anos” e ”Nunca”, sendo a soma destas, próximo ao valor da última opção no ano de 2009 (Tabela 8).

Tabela 8. Freqüência de revolvimento do solo nas áreas sob SPD.

2.2.2.7. Redução de adubação fosfatada

Perguntou-se ao produtor se já havia observado ou ouvido alguma notícia sobre redução de adubação fosfatada com sucesso, dos 289 respondentes, 60% respondeu negativamente. Essa resposta foi maior na Região 1, onde apenas 30% responderam que sim, enquanto nas outras regiões este percentual ficou acima de 40%, destaque para a Região 4 onde 52% responderam afirmativamente. (Figura 6).

Figura 6. Redução de adubação fosfatada.

Outra questão acrescentada foi em relação ao interesse de experimentar fósforo apenas de arranque (30 kg/ha P2O5 junto à semente), nos casos em que tenha camada com alto teor de fósforo. Responderam a esta questão 282 produtores, 70% destes afirmaram que usariam fósforo apenas de arranque (Figura 7).

Figura 7. Uso de fósforo apenas de arranque.

3. Avaliação do percentual de solo coberto com resíduos no Brasil

A partir das avaliações de campo do percentual de cobertura morta encontrado nas lavouras de soja e de milho e das estimativas de área colhida da Agroconsult para a safra 2009/10, extrapolou-se para o país a área estimada coberta com resíduo nessas duas lavouras.

4. Conclusão

As avaliações realizadas anualmente pelo Rally da Safra (Avaliações de campo e Aplicação de Questionários) têm demonstrado o perfil da agricultura brasileira em relação à utilização do Sistema de Plantio Direto no Brasil. Mais do que isto, têm permitido uma avaliação detalhada da evolução do SPD, por construir uma série histórica de cinco anos em cima da base de dados formada ao longo dos anos. O aumento da adoção do Sistema de Plantio Direto, verificada através dos questionários, demonstra o nível de tecnologia aplicada nos lavouras brasileiras e a preocupação de conservação do solo por parte dos agricultores.

Tabela 9. Estimativa do percentual de solo coberto com resíduos para as lavouras de soja.

Publicado na Revista Plantio Direto 122, março/abril de 2011.