Manejo para Aumento da Eficiência da Adubação


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Publicado em: 01/10/2008

Manejo para aumento da eficiência da adubação

G.C. Vitti1, Felipe Falda Leite2, Júlio César Priori2 & Bárbara Pultrini Aquilante21Professor Dr. Titular do Departamento de Ciência do Solo. ESALQ/USP. Piracicaba-SP. E-mail: gcvitti@esalq.usp.br2Acadêmicos de Engenharia Agronômica. Departamento de Ciência do Solo. ESALQ/USP. Piracicaba-SP. felipefalda@hotmail.com, juliopriori@hotmail.com, barbarapaq@yahoo.com.br, gape@esalq.usp.br.

Introdução

A atual conjuntura do mercado de fertilizantes, decorrente de seqüentes elevações nos preços dos mesmos, tem levado agricultores e pesquisadores a buscarem maneiras de aumentar a eficiência da adubação. Nesse contexto, as praticas corretivas têm se mostrado alternativas interessantes para melhor aproveitamento dos fertilizantes.

As praticas corretivas: calagem, gessagem, fosfatagem e potassagem (no caso de culturas anuais) visam propiciar melhores condições químicas, físicas e biológicas do solo para o desenvolvimento da planta, potencializando a adubação de implantação, no sulco ou na cova de plantio, tornando os nutrientes mais disponíveis, criando ambiente para maior desenvolvimento radicular, o que aumenta a absorção de nutrientes pela raiz, causando menores perdas por erosão, lixiviação e fixação (no caso do fósforo).

Considerações sobre a fertilidade do solo no Sistema Plantio Direto

O processo de semeadura direta surgiu como prática, objetivando o controle de erosões hídricas e acabou originando um complexo e ordenado sistema de produção que atualmente, no Brasil, é denominado Sistema Plantio Direto. Tal sistema engloba seqüência ordenada de praticas agrícolas que dependem umas das outras e se relacionam, a saber: o não revolvimento do solo; o uso de plantas de cobertura para formar e manter a palhada sobre o solo; a rotação de culturas e, mais recentemente, a integração lavoura – pecuária (Muzzili, 2000).

As características adotadas no sistema plantio direto causam diferentes alterações no solo em comparação ao cultivo convencional. Essas têm influencia no manejo da fertilidade do solo, uma vez que alteram a dinâmica e a disponibilidade de nutrientes. Nota-se o aumento da concentração de nutrientes e do teor e qualidade da matéria orgânica, a partir da superfície do solo. Este último fato contribui para a alteração do pH, do comportamento de nutrientes e da toxidez por Al.

Os principais fatores que provocam a acidificação do solo são a exportação de bases pelos grãos na colheita, a mineralização de resíduos das culturas e a reação dos fertilizantes nitrogenados. A dinâmica da acidez nesse sistema é alterada quando comparada ao plantio convencional devido à mineralização de resíduos orgânicos a partir da superfície do solo, formando uma ”frente de acidificação”.

É importante salientar que os resíduos vegetais possuem natureza anfótera, causando diminuição do pH em solos alcalinos e aumento do pH em solos ácidos. Devido à ação desses resíduos em solos ácidos, ocorre menor concentração das espécies de Al consideradas tóxicas e maior concentração de Al complexado com ligantes orgânicos e, conseqüentemente, menor toxidez às plantas (Miyazawa et al., 2000).

Calagem no Sistema Plantio Direto

A calagem é uma pratica que visa à correção da acidez do solo, sendo de fundamental importância, uma vez que o pH do mesmo, influencia diretamente na disponibilidade dos nutrientes, conforme pode ser observado na figura 1.

Figura 1. Efeito do pH na disponibilidade dos nutrientes e na solubilidade do alumínio (MALAVOLTA, 1979).

A calagem neutraliza o Al do solo e fornece os nutrientes Ca e Mg, além de promover o aumento da CTC efetiva, reduzindo a lixiviação de bases. Ela cria ambiente que favorece o desenvolvimento radicular das plantas, fato que facilita a absorção e utilização da água e nos nutrientes.

Como a reação do calcário depende da disponibilidade de água e é relativamente lenta, é recomendado que o material empregado seja aplicado com alguma antecedência ao plantio, preferencialmente de 2 a 3 meses antes, para que a acidez tenha sido corrigida, pelo menos de maneira parcial, na época de estabelecimento da cultura.

A metodologia de aplicação envolve dois aspectos principais: modo de aplicação e dose (quantidade) em função dos aspectos considerados.

Para a correção da acidez do solo no sistema plantio direto, a aplicação do calcário sem incorporação está consolidada como pratica de uso generalizado, sendo que esta se justifica por gerar diversos benefícios ao solo, tais como: manutenção das características físicas, principalmente agregação e complexidade positiva do sistema, melhorias em termos físicos, químicos e biológicos obtidos ao longo do tempo (Anghinoni, 2007).

Os critérios adotados para a calagem diferem de acordo com a fase em que se encontra o sistema, sendo consideradas as fases de implantação e consolidação.

Durante a implantação do sistema, deve – se realizar a correção da camada amostrada, de forma a elevar o V% para os valores entre 60 e 70% para a maior parte das culturas.

Na fase consolidada, a qual pode levar de 4 a 5 anos, apresentando o solo maiores teores de matéria orgânica, a qual complexa íons metálicos, como Al3+, Mn2+, Fe2+, Cu2+e Zn2+, bem como pela movimentação do calcário pelos anions da matéria orgânica, a calagem pode ser reduzida, sendo as recomendações divergentes nas diferentes regiões do Brasil.

Assim, nos Estados de São Paulo e Paraná, Sá (1999) são sugeridas as recomendações conforme a Tabela 1.

Tabela 1. Recomendações de calagem para os Estados de São Paulo e Paraná (Sá, 1999).

(*) Da dose calculada pelo critério de saturação por bases (V%) na profundidade de amostragem de 0-20cm.

Quando a saturação por bases for igual ou superior a 50% a aplicação de calcário em superfície é dispensada, principalmente pela indução de deficiência de micronutrientes metálicos (Zn, Mn e Cu).

Para o Estado de Minas Gerais, Lopes et al. (1999) sugerem que a dose de calcário pode ser reduzida em um terço quando a camada amostrada for de 0 – 20 cm, e à metade quando a camada amostrada for de 0 – 10 cm após a instalação do plantio direto. Nos casos citados, o calcário utilizado deve possuir granulometria fina com menores doses anuais ou bienais, em vez das doses usuais a cada quatro ou cinco anos, como efetuado no sistema de cultivo convencional.

Para a região do Cerrado, desde que a relação Ca:Mg trocáveis no solo (cmolcdm3) esteja entre 1:1 e 10:1, com teor mínimo de 0,5 cmolcdm3 de Mg , saturação por bases em torno de 50% e que o pH em água próximo a 6,0, determinados em amostras da camada de 0 – 20 cm, o rendimento das culturas não é afetado(Sousa & Lobato, 2004).

Para os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, a CQFS RS/SC (2004) apresenta as recomendações de calagem com maior detalhamento de fatores, reunindo quatro critérios: pH em água < 5,5, saturação por bases <65%, saturação por Al >10% e teor de P (Mehlich-1)<”Muito Alto”. No caso de plantio direto consolidado, a aplicação do calcário é realizada na superfície, sendo a camada amostrada de 0 – 10 cm. De inicio, são utilizados dois critérios principais em conjunto: pH em água < 5,5 e saturação por bases <65% e, para as forrageiras nativas, além desses, são utilizados os teores de Ca e Mg trocáveis:  2,0 e 0,5 cmolcdm3, respectivamente. Se um dos critérios não for atendido (pH em água < 5,5 ou saturação por bases <65%), deve-se utilizar os critérios complementares de somente recomendar calcário se a saturação para Al for > 10% e o teor de P (Mehlich-1) for < ”Muito Alto”. Deve-se aplicar a metade da dose apontada pelo método SMP (0,5 SMP para pH 5,5, uma vez que a camada a ser amostrada e corrigida é de 0 - 10cm. A dose máxima de calcário a ser aplicada é de 5t.ha-1 (PRNT 100%), lembrando a importância de seguir esses critérios em regiões sem limitações de água e de nutrientes (com ênfase para o P) e com ausência de compactação na camada superficial do solo.

Gessagem no Sistema Plantio Direto

O gesso agrícola é material que apresenta maior mobilidade no perfil do solo em relação ao calcário, sendo 150 vezes mais solúvel que o mesmo (PRNT 100%). A gessagem é uma pratica adotada após a calagem, pois, como o gesso é um material mais solúvel, o mesmo auxilia na incorporação do calcário no solo. Segundo Pavan e outros (1992) o gesso sofre o seguinte mecanismo de dissociação:

Os íons Ca2+ e SO42- participam das trocas catiônica e aniônica, respectivamente, enquanto o CaSO40, que é móvel no perfil do solo, contribui para o movimento de pares iônicos (CaSO40, MgSO40, KSO4-) em direção ao subsolo.

É válido destacar que, diferentemente do que ocorre no caso do emprego de calcário, o gesso não altera o pH do solo, pois o mesmo apresenta uma base (SO42-) derivada de ácido forte, sendo assim, será formado o H2SO4 durante a dissociação do gesso, que é um ácido forte. Logo, o mesmo permanecerá dissociado, não havendo, portanto, neutralização do H+.

Segundo Vitti e Malavolta (1985) a aplicação de 1,0 t .ha-1 de gesso agrícola com 17% de umidade corresponde ao fornecimento de aproximadamente 5,0 mmolc.dm-3 de Ca.

Emprego do gesso agrícola

O gesso agrícola pode ser utilizado para diversas finalidades, das quais pode-se podemos destacar: condicionador de sub-superfície, efeito fertilizante, correção de solos sódicos e/ou com excesso de potássio, efeito na redução da salinidade e preventivo de enfermidade de plantas. Para o caso do plantio direto, o gesso agrícola é empregado como efeito fertilizante, fornecendo Ca e S e como condicionador de sub-superfície.

Efeito Fertilizante

O gesso agrícola pode ser empregado como fonte dos macronutrientes Ca e S.

Os dois principais motivos da deficiência de enxofre e da necessidade de aplicação deste nutriente nas culturas brasileiras são o aumento do uso de fertilizantes ”concentrados” isentos de enxofre, como cloreto de potássio, uréia, MAP, DAP e TSP e o baixo teor do elemento no perfil de solos tropicais.

No caso da utilização do gesso como fonte de enxofre é sugerida a aplicação em área total antecipadamente ao plantio, em dosagens que garantam a operacionalidade de aplicação e o suprimento do nutriente à cultura. Para tal fim, são recomendadas doses que variam de 500 a 1000 kg.ha-1 que correspondem a doses de 75 a 150 Kg.ha-1 de S, sendo as doses menores para as culturas anuais em geral e as maiores para as culturas perenes.

Mesmo o calcário se apresentando como principal fonte de Ca para as culturas, o gesso pode ser utilizado para essa finalidade em alguns casos. No que tange o solo, recomenda-se o uso quando a relação Ca:Mg for menor que 2:1, com níveis de magnésio acima do nível critico e valores de pH e V% adequados.

No uso do gesso como fonte de Ca devem ser observados aspectos importantes, a saber: atentar ao fato de que as culturas apresentam diferentes demandas em relação à esse nutriente e; as características do solo podem alterar a movimentação de Ca no perfil do solo, podendo arrastar o elemento para camadas abaixo daquelas onde se encontra o maior volume de raízes.

Fato importante a ser destacado é que o cálcio fornecido pela calagem age de forma limitada em camadas superficiais. A descida desse cátion, favorecida pela utilização do gesso agrícola, modifica o perfil de distribuição das raízes das plantas, aumentando o volume de solo a ser explorado em nutrientes e, especialmente, em água.

Condicionador de sub-superfície

De acordo com Pavan (1983) as reações que ocorrem em sub-superfície são:

Dissociação do CaSO40 em profundidade

Troca iônica entre o Ca2+ do gesso e o Al3+ adsorvido na fração argila

Complexação do Al3+ pelo SO42-:

Observando as equações anteriores conclui-se que o gesso agrícola melhora o ambiente radicular pelo aumento do teor do cálcio em profundidade; redução da saturação por alumínio (m), pelo aumento da participação do cálcio na CTC efetiva e pela redução da absorção de alumínio pelas raízes em decorrência da formação de AlSO4+.

Os principais critérios de recomendação de gesso com a finalidade de melhoria de sub-superfície são os baseados na textura do solo (% de argila) (Sousa & Lobato., 2004) ou na saturação por bases (V%) e CTC das camadas sub-superficiais (Demattê, 1986) e (Vitti et al., 2008).

Tabela 2. Recomendação de gesso agrícola em função da classificação textural do solo para culturas anuais e perenes.

Fonte: Sousa, Lobato e Rein (2005).

A. Em função do teor de argila da(s) amostra(s) de terra(s) da(s) camada(s) sub-superficial (is) do solo, segunda a Tabela 2 ou conforme as seguintes equações:

a. Culturas anuais

NG = 50 x argila (%) ou

NG = 5,0 x argila (g.kg-1)

b. Culturas perenes

NG = 75 x argila (%) ou

NG = 7,5 x argila (g.kg-1)

sendo:

NG = necessidade de gesso (kg.ha-1)

B. Em função da saturação por bases (V%) e da CTC.

Tabela 3. Quantidade aproximada de gesso a ser aplicada de acordo com a capacidade de troca catiônica (T) e a saturação por bases (V) do subsolo.

Fonte: Demattê 1986, (apud Demattê 2005).

Na tabela 3 são apresentados os dados de recomendação de doses de gesso, considerando-se que a utilização de 1,0 t.ha-1 eleva o teor de bases (Ca) do solo em 5,0 mmolc.dm-3, conforme a seguinte equação(Vitti et al., 2008):

sendo:

NG =necessidade de gesso (t.ha-1)

V2 = saturação por bases esperada (50%)

V1 = saturação por bases atual do solo na camada de 20-40 cm ou 25-50 cm (%)

T = capacidade de troca catiônica na camada de 20-40 cm ou 25-50 cm (mmolc.dm-3)

Observação: se o valor de T for expresso em cmolc.dm-3, dividir o valor da equação por 50.

A aplicação de gesso deve ser feita em área total, após a aplicação do calcário, não havendo obrigatoriamente a necessidade de sua incorporação. Esse material apresenta efeito residual e, portanto sua reaplicação deve ser feita em função de novas analises de amostras de solo às profundidades já citadas. Cabe acrescentar que quando for recomendado gesso para condicionamento de solo, o mesmo já fornece S suficiente para o desenvolvimento da cultura.

Fosfatagem no Sistema Plantio Direto

Considerações sobre o fósforo no Sistema Plantio Direto

O acumulo de P no Sistema de Plantio Direto resulta do acumulo da palhada na superfície do solo, do não revolvimento do solo e do tempo de adoção do sistema. Durante a fase inicial do plantio direto a resposta à adubação fosfatada é maior e expressiva, sendo que as respostas tendem a serem menores nas fases de transição e consolidação.

Na fase de implantação do Sistema Plantio Direto a amostragem para a determinação de P no solo deve se basear na camada de 0-20 cm e, de acordo com a evolução do sistema, nas fases de transição e após a consolidação a camada de 0-10 cm é a que mais reflete a resposta das culturas.

Emprego da fostatagem

A fosfatagem é pratica corretiva que visa aumentar o teor de P no volume do solo na região da rizosfera, aumentando, assim, a absorção de água e nutrientes e também a resistência à pragas e doenças.

A idéia básica dessa pratica é elevar o teor de P-disponível do solo à uma faixa, pelo menos razoável. A mesma visa corrigir, mesmo que parcialmente, a carência de P de um solo para que uma adubação de plantio feita com uma fonte solúvel em CNA e H2O traga maiores respostas da planta à adubação fosfatada.

Para a utilização dessa praticas são adotados dois critérios: A) Fosfatagem em solos arenosos e B) Fosfatagem pelos teores de P em Mehlich 1.

A) Fosfatagem em solos arenosos.

De acordo com Vitti e Mazza (2002), deve-se adotar esse critério quando o teor de argila do solo for igual ou inferior a 25%, ou CTC 60mmolc.dm-3, ou 6,0 cmolcdm-3 e o teor de P resina < 15 mg.dm-3. As quantidade de P2O5 a serem aplicadas devem seguir a proporção de 5 kg de P2O5 para cada 1,0% de argila.

B) Fosfatagem pelos teores de P em Mehlich 1:

Essa prática é recomendada por Sousa et al.(1997) e deve ser utilizada quando o teor de P for muito baixo ou baixo de acordo com o teor de argila, conforme ilustrado na tabela 4. A fosfatagem gradual é utilizada quando não há possibilidade de fazer correção de uma só vez e consiste na aplicação no sulco de plantio de uma dose superior à indicada pra a adubação de manutenção.

Tabela 4. Limites de interpretação de teores de fósforo (Mehlich 1) no solo para a adubação corretiva.

1 Aplicação em área total; 2Aplicação no sulco de plantio. Fonte: SOUZA, et al. (1997).

As fontes recomendadas para a adubação corretiva são as fontes ligadas principalmente a Ca, nas formas de pó, farelados ou microagregados, podendo ser: multifosfatos magnesianos, termofosfatos, hiperfosfatos, superfosfato triplo e o superfosfato simples.

Potassagem no Sistema Plantio Direto

Considerações sobre o potássio no Sistema Plantio Direto

No sistema plantio direto, a ausência do revolvimento do solo, a presença de resíduos agrícolas ricos em potássio (K) e a aplicação superficial de adubos potássicos, determinam a presença de altas concentrações de K na superfície do solo, as quais podem ser perdidas por erosão e escoamento superficial da água. Vale destacar que o ciclo de K no sistema solo-planta e suas relações com a matéria orgânica e a capacidade de troca de cátions são muito influenciados positivamente pelos manejos conservacionistas adotados no plantio direto. A maior eficiência da adubação potássica no sistema é auxiliada pela reciclagem do K pelas culturas comerciais e as usadas como cobertura de solo, ao uso de semeadura e terraceamento em nível.

Emprego da potassagem

A potassagem é recomendada para solos mais argilosos (argila  30% e ou CTC  60 mmolc. dm-3) e teores de K < 50 mg.dm-3. Essa pratica não é recomendada para o caso de culturas perenes, sendo utilizada apenas em anuais.

No caso da cultura do milho a adubação potássica do sulco de plantio pode ser complementada com a aplicação de potássio em pré-plantio nas dosagens de 75 a 90 Kg.ha-1 de K2O para teores de K do solo de 0,8 a 1,6 mmolc.dm-3 e < 0,8 mmolc.dm-3.

Considerações finais

A pratica da adubação mineral eficiente, racional e econômica inicia-se com a amostragem, analise de solo, adoção do Sistema Plantio Direto e integração Lavoura-Pecuária, continua com praticas corretivas e termina com a utilização do fertilizantes mineral.

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