Agricultura Sustentable y Cero Labranza (Pedro del Canto, La Frontera) + Pesquisa Chilena assume PD (INIA)


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Publicado em: 28/02/1995

AGRICULTURA SUSTENTABLE Y CERO LABRANZA

Pedro del Canto — Ingeniero Agrónomo — Universidad de la Frontera - Chile

La sustentabilidad de los sistemas agropecuarios es de creciente preocupación actual en el mundo y está marcando los programas de investigación y transferencia de tecnología con los cuales el productor agrícola debiera insertarse en el siglo XXI, como se demostró en el reciente Congreso Mundial de Ingenieros Agrónomos realizado en Chile. Esto, indudablemente, es consecuencia de la siempre urgente necesidad de producir alimentos en forma articulada con la rentabilidad de la empresa agropecuaria, las políticas de economías abiertas que han privilegiado los gobiernos. En este marco de referencia, los sistemas de labranza conservacionistas jugarán un rol destacado en la agricultura del nuevo siglo.

Los suelos de las regiones centro-sur y sur de Chile, en especial aquellos derivados de cenizas volcánicas, han sentido y pagado las consecuencias de los cambios ocurridos en la producción agropecuaria buscando competitividad y rentabilidad. El impacto ambiental está a la vista. Los campos de cultivo han dejado de ser productivos y han sido plantados con especies arbóreas exóticas de mayor rentabilidad.

La degradación de los suelos derivados de cenizas volcánicas es consecuencia del exceso de laboreo, exposición a abundantes lluvias durante gran parte del año y uso de fertilizantes normalmente inadecuados a sus características químicas. Además de la notoria pérdida física de suelo, la que mayor impacto ha tenido es la pérdida de la fertilidad natural, muy especialmente aquella referida a las bases de intercambio, pues ha contribuido a una creciente acidificación con el consiguiente aumento en el nivel de aluminio y manganeso.

Afortunadamente resultados recientes de investigación en centros experimentales y validados en campos de agricultores indican que el problema es reversible y que la forma correcta de resolverlo es mediante las siembras en cero labranza y el manejo de rastrojos. Sin embargo, aún así, y para que exista sustentabilidad, el sistema de producción predial debe retomar a la integración ganado-cultivo.

CHILE — PESQUISA CHILENA ASSUME PLANTIO DIRETO

Cerca de 100 pessoas, entre pesquisadores, extensionistas e produtores estiveram presentes às Terceras Jornadas Nacionales de Cero Labranza que aconteceu no Centro Regional de Investigación Carillanca, em Temuco, na IX Região Chilena. “A realização deste evento propiciou a apresentação de trabalhos básicos e promoveu a discussão agronômica entre universidades, empresários agrícolas e o INIA (Instituto Nacional de Investigações Agropecuárias) de uma prática que é constantemente inovada pela capacidade empresarial dos agricultores” disse o engenheiro agrônomo Juan Luiz Rouanet, do INIA, Coordenador do evento.

A promoção foi do INIA e da SOCOSCHI (Sociedad de Conservación de Suelos de Chile), presidida por Carlos Crovetto, que foi um dos palestrantes, abordando Conceitos sobre Palha e Plantio Direto. Para os empresários rurais presentes, a grande novidade do sistema no Chile é a participação definitiva, a partir de agora, do INIA, como parceiro oficial no desenvolvimento das pesquisas.

“Estávamos acostumados, no sistema científico, a uma estrutura em que o conhecimento se iniciava através da pesquisa, desenvolvendo tecnologias, que eram transmitidas através da extensão para os agentes produtivos, que transformavam essa tecnologia em produtos para o mercado”, afirmou Gonzalo J. Fresno, Presidente do INIA, ao Jornal do Plantio Direto, durante a realização das Terceras Jornadas. “Hoje em dia, a experiência mundial e especialmente o plantio direto demonstram que essa estrutura já não existe mais. Hoje nós temos que considerar também o conhecimento gerado nas unidades produtivas, porque são os produtores que estão gerando respostas tão científicas como as dos pesquisadores, para resolver problemas de inovação tecnológica.”

A partir de agora, o INIA irá promover novos estudos básicos, que quantifiquem as mudanças no sistema de plantio direto sem inversão do solo e com manejo da cobertura vegetal, de acordo com o tipo de solo e regime climático. Para Juan Luiz Rouanet, coordenador do evento, este trabalho permitirá criar [perspectivas para o futuro].

Resultados das pesquisas (PD vs convencional): Resposta na produção de grãos e massa para cobertura em relação à aplicação de nitrogênio e fósforo é similar nos sistemas de semeadura direta e convencional. Os custos de produção são similares nos dois sistemas, já que a economia feita nos trabalhos de preparação é compensada por um maior uso de herbicidas em PD. Ocorre um aumento de matéria orgânica e de fósforo no estrato superficial em PD. Ocorre uma diminuição do efeito erosivo e facilidade para a produção de cereais na pequena propriedade. É possível reduzir o uso de tratores e o consumo de combustível no PD.

2 textos p9: 1) Texto espanhol 'Agricultura Sustentable y Cero Labranza' por Pedro del Canto (Univ. La Frontera, Chile) — solos cinzas vulcânicas centro-sul CL degradados; soluções cero labranza + manejo rastrojos + integração ganado-cultivo. 2) 'Pesquisa Chilena Assume PD' — 100 pessoas III Jornadas Carillanca, INIA passa parceiro oficial. Citações: Juan Luiz Rouanet (INIA Coord.); Carlos Crovetto (SOCOSCHI Conceitos Palha+PD); Gonzalo J. Fresno (Pres. INIA) — conhecimento gerado também nas unidades produtivas. Resultados PD: respostas N+P similares ao convencional, custos similares, aumento MO+P estrato superficial, redução erosão+facilidade pequena propriedade, redução tratores+combustível.