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Manejo


Compactação do solo em sistemas de rotação de culturas

Carine Gonzatto1, Jorge Wilson Cortez2,
Luiz Carlos Ferreira de Souza2, Evandro Fortuna1

¹Eng. Agrônomo, Egresso do curso de graduação em Engenharia Agronômica da UFGD, Dourados, MS.
carine_gonzatto@hotmail.com; evandrofcb@hotmail.com

²Eng. Agrônomo, Professor Doutor da Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD, Dourados/MS.  jorgecortez@ufgd.edu.br; luizsouza@ufgd.edu.br

 

 

Introdução

Com o advento do sistema plantio direto (SPD) e a necessidade de manutenção da cobertura vegetal sobre o solo, o uso de plantas para integrar um sistema com rotação de culturas vem sendo estudado. Sabe-se que o alicerce do SPD é a cobertura do solo, que protege dos impactos das gotas da chuva, podendo ajudar no controlar da erosão, o que favorece a infiltração de água e permitir uma melhor temperatura do solo (Amado et al., 2014). Muitos estudos abordam a questão da produção de massa e a permanência dessa cobertura ao longo dos anos sobre o solo. No entanto, poucos estudos têm sido dedicados a observar o efeito da descompactação biológica provocado pelas plantas de cobertura, ou culturas de rotação.
Espécie como a crotalária tem sido utilizada para ser um descompactador biológico do solo em sistemas de rotação de culturas. No entanto, Pacheco et al. (2015) demonstraram que as espécies de crotalária quando cultivadas em solos com maiores densidades (> 1,4 Mg m³) ocorre a diminuição da produção de fitomassa aérea e radicular, e que o maior crescimento radicular ocorre acima e abaixo da camada compactada, sendo constatado que apenas 20% das raízes se encontravam na faixa compactada. Isso demonstra que as plantas de cobertura e rotação também podem sofrer com efeito de camadas compactadas.
O nabo forrageiro também tem sido utilizado como cultura de descompactação biológica do solo, e Silveira Júnior et al. (2012) avaliando o plantio direto, mais a escarificação e o uso do nabo forrageiro, verificaram que os atributos físicos do solo não foram alterados e que após 18 meses o solo se encontrava no mesmo estado da testemunha.
Desse modo, se torna importante o estudo de diversos sistemas de rotação e seus efeitos na compactação do solo. E uma das maneiras de avaliar o estado de compactação do solo é por meio da penetrometria. O uso de penetrômetro tem sido utilizado a campo pela sua praticidade e rapidez na identificação das camadas compactadas. Assim, com o penetrômetro é possível identificar as camadas com maiores valores de resistência à penetração (RP), e inferir sobre o estado da compactação do solo, o grau de compactação e a profundidade de ocorrência do maior valor da RP no perfil do solo, permitindo dessa forma a análise e a tomada de decisão sobre o mais adequado manejo da área (Drescher et al. 2012).
Portanto, objetivou-se avaliar o estado de compactação do solo em 26 sistemas de rotação de culturas por meio da determinação da resistência à penetração.

Artigo publicado na edição 154, dezembro de 2016.

Versão completa, somente para assinantes.
 
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